Para o mês de fevereiro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu manter a bandeira tarifária em amarelo, assim como estava em janeiro. A justificativa é que as usinas hidrelétricas estão com reservatórios baixos e a recuperação é lenta, ainda que seja época de chuva. 

A bandeira amarela significa que será cobrada uma taxa extra de R$1,34 por 100 kWh, e os consumidores devem ficar atentos pois a conta poderá vir mais alta caso não haja economia. Além da amarela, existem duas outras bandeiras: a verde, que não possui custo adicional pois as condições para gerar energia estão boas; ou a vermelha, em situações mais críticas, com taxa extra de R$4,16 (patamar 1) ou R$6, 24 (patamar 2) para cada 100 kWh. 

Quando o alerta de cor é emitido, há três opções. A primeira é reduzir o uso de energia para que a conta não venha tão alta. A segunda alternativa é preparar o bolso para pagar mais caro ao final do mês caso o consumo não seja reduzido. 

Já a terceira seria optar por gerar sua própria energia, através da instalação de painéis solares ou micro hidrelétricas, por exemplo. Essa alternativa garante independência das empresas de energia e evita surpresas ao final do mês. O único custo desse tipo de energia é quando o equipamento é adquirido. Depois disso, são necessárias algumas simples manutenções.  

A cor para a tarifa de março será divulgada no dia 26/02, seguindo o calendário publicado pela Aneel no início do ano. 

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