O Acordo de Paris é um tratado mundial pautado no controle do aquecimento global. Ele foi discutido pelos países em 2015 na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2015 (COP 21), em Paris, e conta com uma série de medidas para a redução da emissão de gases poluentes na atmosfera a partir de 2020. O objetivo é limitar o aquecimento global a menos de 2°C até 2100. 

Baseado nos planos nacionais climáticos de 186 países, o Acordo de Paris estabelece recomendações para a adaptação às mudanças climáticas, estímulos para que países desenvolvidos deem suporte financeiro e tecnológico aos subdesenvolvidos, transparência para que as medidas sejam tomadas e a cooperação entre a sociedade civil, o setor privado, instituições financeiras.

Por mais que o objetivo final seja o mesmo, cada país tem a liberdade definir seu plano e metas para que o Acordo seja mantido. Em 2020, cada nação assinou sua Contribuição Nacionalmente Determinada para que o tratado fosse implementado. O Brasil, por exemplo, se comprometeu a reduzir em 37% o valor líquido de gases do efeito estufa até 2025, tendo como parâmetro as emissões de 2005. 

O uso de energia renovável é uma das estratégias para reduzir a emissão de gases poluentes. Deixando a queima de carvão de lado e optando pela energia gerada pelos raios solares, a força da água ou ventos, por exemplo, contribui para que o planeta fique mais limpo. 

A energia sustentável como ferramenta para reduzir o aquecimento global é uma das maiores motivações para que o governo invista nesse mercado. As condições climáticas e o tamanho do território nacional favorecem a implementação de diversas formas de energia renovável, garantindo um leque de opções para que o objetivo do Acordo seja cumprido. 

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