Com a ampliação dos debates sobre o meio ambiente e o cuidado com o planeta, muitas empresas passaram a incluir questões ecológicas em seus valores. Inicialmente, a redução da poluição estava nas mãos dos governos e como dever dos cidadãos, mas logo tornou-se algo importante no setor privado. As leis ambientais e preferência dos consumidores em adquirir bens e serviços de empresas engajadas com as causas ecológicas foram as principais motivações para que essa área buscasse formas de energia renovável.

Em 2020, a aquisição de energia fotovoltaica pelas empresas privadas foi surpreendente. A Amazon, empresa de tecnologia e com grande força no e-commerce, fechou contratos com 3.163 gigawatts (GW), e planeja usar somente energias renováveis até 2025. Já a Google alcançou 1.04 GW, seguida pela Verizon, multinacional de telecomunicações, que obteve 840 megawatts (MW). 

A empresa Refeições Ao Ponto, que presta serviços de alimentação, investiu na energia solar em janeiro de 2020. Segundo a empresa, o valor das contas de luz caíram em 40%, e a economia foi um dos fatores que garantiu maior estabilidade durante a crise do coronavírus

No Brasil, diversas empresas investem em energia solar e em outros projetos ambientais. O programa A Energia da Claro, lançado em 2017 pela Claro Brasil (que engloba Claro, Embratel e NET), prevê o uso de energias limpas em suas instalações e operações. A empresa já conta com mais de 30 usinas de geração de energia em vários estados do país. A Energia da Claro possui parques de energia solar, hidrelétrica, eólica, biogás e cogeração qualificada

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