O mercado de energia solar vem crescendo e ganhando força no Brasil a cada ano. Além de ser uma energia limpa e reduzir as contas de luz, a energia fotovoltaica tem um grande benefício: a geração de empregos. Para que as placas sejam produzidas, vendidas e instaladas, diversas áreas e profissionais são necessários para completar o processo. Por lógica, quanto mais painéis solares forem adquiridos, mais empregos são gerados

Em 2019, o Brasil entrou para o ranking dos 10 países que mais geram empregos com energia solar no mundo. Essa pesquisa é feita pela Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), e concluiu que o país ficou em 8º lugar. O levantamento da IRENA apontou que foram gerados 3,8 milhões de empregos nesse ramo. 

Segundo Rodrigo Sauaia, CEO da Agência Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o setor gerou diretamente 43 mil empregos em 2019, mas estima-se que, contando com todas as operações envolvidas, o valor total é de 60 mil oportunidades de trabalho. 

A tendência é que esses números continuem crescendo. Mesmo com a crise da Covid-19, o setor de energia fotovoltaica cresceu em 58% em 2020 e, com todos os incentivos governamentais, estima-se que em 2021 o número será ainda maior. 

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