O aumento e popularidade das pautas ambientais vêm causando resultados positivos e evidentes. Dentre eles, a escolha por fontes de energia sustentáveis, reduzindo assim os combustíveis fósseis, um dos “grandes vilões” do aquecimento global. Em 2017, a Agência Internacional de Energia (IEA) divulgou um relatório constatando que o crescimento da energia solar no ano anterior havia sido maior que do carvão, que é a maior fonte de energia. O aumento foi em cerca de 50% e ocorreu principalmente pelos incentivos governamentais e baixo custo, se comparado a outros tipos de energia.  

Desde então, o cenário não mudou e a energia solar segue crescendo e ganhando mais espaço. A estimativa é que, até 2050, a energia fotovoltaica ocupará o lugar de maior matriz energética do mundo. Com o aumento das demandas, o mercado está abrindo espaço para as concorrências entre os fornecedores, o que implica na redução do custo de aquisição e aperfeiçoamento dos sistemas. Dessa maneira, a expectativa é que a energia solar seja a forma mais barata de produzir energia. 

Atualmente, o Brasil é o único país da América Latina com destaque no ranking mundial de capacidade de energia fotovoltaica instalada, ocupando a 16ª posição. O primeiro lugar é da China, seguida pelo Japão, Estados Unidos e Alemanha. Além de colaborar para a preservação do meio ambiente, esse avanço também implica em crescimento econômico e mais oportunidades de emprego. 

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