O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e tem como principal objetivo alertar o consumidor se haverá um acréscimo na conta de luz. O valor é alterado de acordo com a necessidade de uso das usinas termelétricas, acionadas quando os níveis dos reservatórios das hidrelétricas estão reduzidos, uma consequência do baixo volume das chuvas. 

Existem três cores no sistema: verde, amarelo e vermelho, e cada uma tem um acréscimo, que varia conforme os gastos do governo. Na bandeira verde, não há custo extra, pois as condições das hidrelétricas estão favoráveis. A bandeira amarela representa um sinal de alerta, com acréscimo de R$1,50 por 100 kWh. As condições mais desfavoráveis à geração de energia recebem a bandeira vermelha, que são divididas em duas subcategorias. No patamar 1, o custo é de R$4,00 por 100 kWh e o patamar 2, considerado como o pior quadro, tem com o aumento de R$6,00 por 100 kWh.

Essas cores servem como aviso para o consumidor saber que, caso não reduza o uso de energia, a conta de luz virá mais alta. Para que não haja sustos ao final do mês, o indicado é tomar banhos mais curtos, deixar alguns eletrônicos fora da tomada, apagar a luz ao deixar um cômodo e, se possível, dar preferência à iluminação natural durante o dia. 

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