Pela atual crise hídrica, uma nova bandeira tarifária foi criada. A Bandeira Escassez Hídrica foi anunciada em 31 de agosto, e estabelece a cobrança de R$ 14,20 a mais para cada 100 quilowatt-hora consumidos. A medida será aplicada até 30 de abril de 2022

Essa alteração ocorreu pelo período de seca que o país se encontra, considerado como o pior nos últimos 91 anos. Com o nível baixo dos reservatórios, é necessário acionar outros tipos de usinas para abastecer a energia do país, como as termelétricas. Esse tipo de energia é mais cara e poluente, por ser gerada pela queima de combustíveis fósseis, como diesel e gás. Sendo assim, o custo da produção aumenta e os consumidores são cobrados por isso. 

Quem não possui um sistema próprio de geração de energia deve preparar o bolso. Se o mês de agosto, que estava na bandeira vermelha 2 e com a cobrança extra de R$9,492, já foi apertado, setembro será ainda pior. Para não assustar tanto com a cobrança final, o jeito é reduzir os gastos elétricos.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) fez uma lista com dicas para economizar energia, que inclui tomar banhos mais curtos, verificar as potências do chuveiro, reduzir o uso do ar condicionado, manter as cortinas abertas e aproveitar melhor a luz natural, regular a temperatura interna da geladeira, retirar os aparelhos elétricos da tomada em períodos de longa ausência, evitar deixar o ferro de passar roupa ligado enquanto faz outra coisa, dentre outras medidas. 

Para evitar sustos e conseguir economizar nas contas de luz sem precisar alterar tanto a rotina, o mais indicado é adquirir um sistema de geração própria de energia. Após o investimento inicial, não há nenhum grande gasto e as contas reduzem em até 95%. Com a Bandeira Escassez Hídrica, as contas serão altas mesmo que você consuma pouca energia. 

Considerando que o reajuste será válido até abril do ano que vem, o melhor é não perder tempo e já buscar outras opções no mercado de energia renovável. 

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