Em agosto deste ano, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) informou que o Brasil ultrapassou 10 gigawatts (GW) de potência operacional de energia solar instalada, chegando ao 14º lugar no ranking mundial.

Atualmente, o Brasil é o único país da América Latina entre os 15 maiores no ranking de potência da Agência Internacional para Energias Renováveis (Irena). Os líderes são a China (com 253,8GW), Estados Unidos (com 73,8 GW) e Japão (com 68,8 GW). 

Apesar da crise econômica da Covid-19, esse setor cresceu muito no Brasil. Em 2020, a potência operacional brasileira cresceu em 70%, e ultrapassou os 7 GW. Neste ano, a movimentação do mercado se manteve crescendo e atraindo novos investimentos

Os dados da Absolar demonstram que esse tipo de energia já trouxe mais de R$ 52,7 bilhões de investimentos, gerou mais de 300 mil empregos e evitou a emissão de 10,7 milhões de toneladas de CO2. Além disso, a potência acima de 10 GW representa mais de 70% da capacidade instalada na hidrelétrica de Itaipu, a segunda maior do mundo. 

A Associação que um dos grandes fatores que impulsionaram o crescimento da energia solar é a versatilidade. Um sistema fotovoltaico pode ser instalado desde em casas e prédios residenciais a indústrias, fazendas, grandes empresas e centros comerciais. 

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