Desde o início da pandemia da Covid-19, muitas coisas mudaram. Dentre elas, o modelo de trabalho que, para diversas empresas, passou de presencial para home office

Como as pessoas ficaram mais em casa, o consumo de energia domiciliar aumentou. As luzes ficaram acesas por mais horas durante o dia, computadores e outros eletrônicos passaram mais tempo ligados na tomada, ventiladores e ar condicionados funcionaram mais horas durante o dia e, certamente, a geladeira e demais eletrodomésticos foram mais usados. 

Com esse aumento, a energia foi mais usada e, consequentemente, as contas de luz ficaram mais caras. Somando isso com a crise hídrica, que já elevou as tarifas elétricas, muitos consumidores ficaram assustados com o valor das despesas elétricas. 

Por mais que o país já esteja em processo de reabertura, diversas empresas optaram por manter o home office, seja pela praticidade, pela economia, pela opção de contratar pessoas de outros locais, dentre outros motivos. Considerando que uma nova bandeira tarifária, ainda mais cara, foi aplicada nas contas de luz, é importante economizar. 

Para gastar menos energia, o recomendado é aproveitar a iluminação natural e ligar as luzes somente quando necessário, apagar a luz quando sair de um cômodo, não deixar eletrônicos na tomada enquanto não estiverem sendo usados. 

Uma dica importantíssima, que serve de incentivo para economizar, é um programa lançado pelo Governo Federal que dará um crédito na conta de luz de janeiro de 2022 para quem conseguir reduzir entre 10% e 20% o consumo de energia elétrica até 31 de dezembro de 2021. A comparação será feita com base na somatória do consumo de energia de setembro a dezembro de 2020 e de 2021. Em média, haverá um desconto de R$ 50 para cada 100 kWh economizado. 

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