O dióxido de carbono (CO2), mais conhecido como gás carbônico, é o resultado da combinação entre carbono e oxigênio. Incolor, o CO2 tem cheiro e gosto penetrante,  é asfixiante e compõe aproximadamente 0,035% do ar atmosférico.

O carbono é um elemento essencial para a vida na Terra e o dióxido de carbono sempre esteve presente na nossa atmosfera. Uma das suas origens é a respiração de diversos organismos vivos, que respiram o oxigênio e expiram o CO2. O problema está na sua concentração na atmosfera, que está em níveis cada vez mais altos. 

Apontado por diversos estudos como o gás do efeito estufa que mais impactam o aquecimento global, o CO2 tem se acumulado cada vez mais rápido, desde o início da Revolução Industrial e a queima de combustíveis fósseis é uma das causas desse aumento. Além disso, as árvores e plantas, que são conhecidas como boas ferramentas na absorção do dióxido de carbono, acabam fazendo o efeito contrário quando são queimadas ou destruídas.

Quanto mais gás na atmosfera, maior é o aumento da temperatura global, o que gera um desequilíbrio nas estações, períodos de chuva e seca e, consequentemente, coloca animais e plantas em risco de extinção, ameaçando todo o nosso ecossistema. 

A poluição do ar, a formação de chuva ácida, o derretimento de geleiras e o aumento do nível do mar pode trazer consequências devastadoras para todos nós. Por isso, é necessário um esforço mundial na redução de queimadas e um uso mais consciente das matrizes energéticas, substituindo, sempre que possível, por fontes limpas e renováveis.

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