Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA) o uso de energia solar poderá chegar a 30% em relação à produção energética do mundo em 2022, levando em conta países com a maior capacidade instalada de geração, como a China, Alemanha, Japão e Estados Unidos. Além desses países, no ano passado, o Brasil entrou para o grupo de 15 países líderes em capacidade instalada de energia solar no mundo, com uma produção de aproximadamente seis mil megawatts. 

No Brasil, em 2021, um número recorde de novos projetos solares foi registrado na ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), o que fez com o país atingisse um recorde histórico, 13 gigawatts de potência de energia elétrica foram gerados a partir da luz do sol. 

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o Brasil conseguiu alcançar a capacidade de geração de energia solar suficiente para superar o que é gerado de potência por termelétricas movidas a combustíveis fósseis, fonte de energia não renovável. Desse modo, dentro da matriz elétrica brasileira, a eletricidade gerada a partir da luz solar conquistou o quinto lugar. Assim, deixaram de ser emitidos cerca de 14,7 milhões de toneladas de gás carbônico no país. 

Já segundo o relatório anual World Energy Outlook, as renováveis serão responsáveis por 80% do crescimento na produção global de energia elétrica na próxima década. O estudo apontou ainda que o uso global de carvão nunca voltará aos níveis anteriores. Em 2040, a participação do carvão na demanda global de energia deve cair para menos de 20% pela primeira vez na história da energia.

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